Pedreiras Carcarás Basquetebol
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on quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Você prática algum esporte? Sente-se atraído por coisas novas? Vem ai a formação do “Pedreiras Cacarás Basquetebol”, o nome foi elaborado pelo acadêmico de Letras da UEMA Thomas Antônio, escolhida para ser o nome do time por ser o tema de uma das musicas do poeta pedreirense e maranhense do século, João do Vale, por ser uma Ave peculiar, destemida, inalcançável , leve, que ergue a cabeça em direção as alturas, onde está o alvo, já a logomarca do Pedreiras Carcarás Basquetebol foi criada por Joaquim Neto,o mesmo disse ao Geopedreiras que está criando uma imagem trazendo o significado do slogan, " o projeto terá todo o apóio do blog, por unir esporte, cuja pratica proporciona saúde, desenvolvimento físico e mental, tendo o Basquete como inovação, afinal futebol e o vôlei são as poucas opções que encontramos por aqui. Logo mais estaremos trazendo informações precisas de como funcionará o projeto."
De Olho em 2010

Deu no Geopedreiras:
"Caro leitor geopedreiras, ainda estamos em 2009, amanhã será outubro, muita coisa ainda vai acontecer nesse ano. Em 2010 teremos dois fatos importantes, nossa seleção nos representará em mais uma copa do mundo, e meses depois iremos escolher aqueles que deveriam nos representar, mais o que parece é que grande parte dos eleitos esquecem esse detalhe. O bem estar do Estado não parece ser no momento a prioridade de Roseana Sarney, Governadora do Maranhão [ eleita ninguém sabe como...], hoje por volta do meio dia assisti a uma entrevista concedida pelo ex-prefeito de Pedreiras, Raimundo Louro, ao programa Na Mira da TV, que declarou ser o "representante" de Pedreiras, sendo o atual Subchefe da Casa Civil empossado pela Governadora.
O que mais me intriga é que tanto Roseana Sarney e Raimundo Louro já tiveram a oportunidade de mudar o triste contexto em que vivia o nosso Estado e Município, no entanto o legando que deixaram uma ficha suja [O que pra eles não tem agora tanta importância...] de uma prática que se quer pode ser chamada de política, e o Povo do Estado como do Município os rejeitaram como governantes. Se hoje Roseana é Governadora, não foi o Povo maranhense que a colocou lá. É triste vê que alguém que é chamada de socióloga e política desconhece o sentido profundo dessas palavras. Política não é uma troca de favores entre políticos, é a arte de fazer o bem, amar e servir."
Joaquim Neto, Acadêmico do Curso de Geografia pela Facudade de Educação São Francisco.
Previsões sobre aquecimento global são questionadas
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Ninguém sabe exatamente quanto a temperatura da Terra irá se elevar devido às emissões de carbono. Todas as conclusões do IPCC sobre o clima futuro e o aquecimento global utilizam o termo provável de acontecer (likely). Mas, agora, um novo estudo, publicado na Nature Geoscience, afirma que as melhores previsões feitas pelos cientistas sobre o aquecimento estão provavelmente incorretas. Segundo a equipe da Universidade Rice, nos Estados Unidos, os modelos climáticos utilizados atualmente explicam apenas metade do aquecimento que ocorreu durante um período bem documentado de rápido aquecimento global no passado remoto da Terra. O estudo contém uma análise de registros publicados de um período de aquecimento rápido ocorrido há 55 milhões de anos [sic], conhecido como máximo termal do Paleoceno-Eoceno (PETM - Palaeocene-Eocene Thermal Maximum).
"De forma resumida, os modelos teóricos não conseguem explicar o que nós observamos nos registros geológicos", disse o oceanógrafo Gerald Dickens, coordenador da pesquisa. "Parece haver algo fundamentalmente errado com a forma como a temperatura e o carbono estão conectados nos modelos climáticos."
Para interpretar a realidade, os cientistas levantam hipóteses. Quando são devidamente fundamentadas por evidências, essas hipóteses passam a ser chamadas de teorias, porque se demonstra que elas têm poder explicativo sobre a realidade. A partir de teorias bem fundamentadas, os cientistas constroem modelos teóricos - geralmente na forma de programas de computador - que permitem fazer raciocínios do tipo "O que acontece se...". Os modelos climáticos usados para a previsão do tempo e para todas as conclusões relacionadas ao aquecimento global são programas desse tipo.
O que aconteceu agora foi que as evidências que embasam a teoria e, portanto, sustentam o modelo teórico, foram questionadas. Se as evidências - muitas vezes erroneamente chamadas de "provas" - forem derrubadas, então todas as conclusões dos modelos deixam de ser válidas ou, no mínimo, precisam ser adequadamente ajustadas.
A negação de evidências anteriormente obtidas e consideradas válidas é um evento diário e corriqueiro nas ciências e pode acontecer por inúmeras razões, entre as quais a obtenção de maior quantidade de dados, de melhores dados, pelo desenvolvimento de instrumentos de medição mais precisos e até pela reinterpretação dos dados anteriores, apenas para citar algumas.
Por outro lado, muitas teorias se estabelecem mesmo na ausência de evidências práticas, como aconteceu com a Teoria da Relatividade de Einstein [e, é bom lembrar, com a Teoria Geral da Evolução], que foi negada por seguidos experimentos no início do século 20. Essa foi a razão pela qual Einstein nunca recebeu o Prêmio Nobel pela Teoria da Relatividade - ele recebeu o prêmio pela descoberta do efeito fotoelétrico. Mais tarde, experimentos mais aprimorados finalmente deram razão à teoria.
Todo esse processo - num sentido e noutro, da negação e da validação - está acontecendo agora com a teoria do aquecimento global. Durante o período PETM, por razões ainda desconhecidas, a quantidade de carbono na atmosfera da Terra subiu rapidamente. Por esta razão, o PETM, que foi identificado em centenas de amostras de sedimentos recolhidos ao redor de todo o mundo, é provavelmente a melhor analogia com o que está acontecendo atualmente na Terra. A maioria dessas conclusões vêm de amostras recolhidas em perfurações feitas no leito oceânico ao longo dos últimos 20 anos. [Apenas para pensar: Esse aumento de carbono na atmosfera não poderia ter sido resultado de uma intensa atividade vulcânica decorrente de uma catástrofe pontual no passado? Isso é previsto no modelo diluvianista descrito pelo geólogo Nahor Naves de Souza Jr., em seu livro Uma Breve História da Terra.]
Além da elevação dos níveis do carbono atmosférico, as temperaturas globais subiram dramaticamente durante o PETM. As temperaturas médias subiram cerca de 7 graus Celsius em um curto período, geologicamente falando, de 10.000 anos.
Dickens e seus colegas Richard Zeebe e James Zachos calcularam que o nível de carbono na atmosfera elevou-se em 70% nesse período. E aí começam os problemas dos modelos em uso atualmente. Uma elevação de 70% não significa dobrar o volume de carbono na atmosfera. Desde o início da Revolução Industrial, os níveis de carbono se elevaram em um terço, em grande parte - mas não totalmente - pela queima de combustíveis fósseis. Se as emissões continuarem, atingiremos um nível equivalente ao dobro do período pré-Revolução Industrial dentro de um século ou dois.
Quando usaram seus novos dados, os pesquisadores descobriram que os modelos do clima podem explicar apenas metade do aquecimento que a Terra sofreu naquele período, 55 milhões de anos atrás [mas que não precisa ser assim tão antigo].
A conclusão, afirma Dickens, é que alguma outra coisa que não o dióxido de carbono causou a maior parte do aquecimento durante o PETM. Logo, não é válido concluir, a partir das emissões de carbono, as daquele período ou as atuais, que essas emissões causarão tal ou qual aumento de temperatura.
"Algum efeito de retroalimentação, ou outros processos que não estão sendo levados em conta nesses modelos - os mesmos usados pelo IPCC para as melhores previsões atuais para o aquecimento global ao longo do século 21 - causaram uma porção substancial daquele aquecimento que ocorreu durante o PETM", diz Dickens.
Para fazer melhores previsões sobre o aquecimento global atual, os cientistas deverão então revisar seus modelos. Para isso, contudo, eles terão antes que descobrir esses processos que levaram ao aquecimento e que poderão estar ou não presentes na atualidade.
Esta não é a primeira vez que as conclusões do IPCC sobre o aquecimento global são questionadas. Uma pesquisa demonstrou que, sozinho, o Sol é responsável por um quarto de todo o aquecimento global. Também se demonstrou que os modelos do aquecimento global estão errados na interpretação do papel das nuvens no clima. Outro estudo sobre as nuvens demonstrou uma incorreção nos cálculos que reduziria em 75% as previsões do aquecimento global.
Outras pesquisas sobre fatores naturais demonstraram que o aquecimento do Oceano Atlântico deve-se a causas naturais, e não foi causado pelo homem, assim como fenômenos naturais equilibram a influência do homem no aquecimento global.
Há ainda os cientistas que veem interesses políticos no atual movimento climático, além daqueles que alertam para os efeitos danosos do catastrofismo que tomou conta do debate ambiental.
(Inovação Tcnologica)
Nota: É interessante notar que existem pessoas que, a despeito do desconhecimento de tendências que só são percebidas à luz dos eventos proféticos, estão contestando os dados da ONU/IPCC (e da turma do Al Gore, com sua verdade conveniente), dos ambientalistas do neopaganismo (Mãe Natureza/Gaia) e do Vaticano (que abraçou de vez a causa ambiental). Está mais do que claro que as técnicas de engenharia social e manipulação de medos artificialmente exagerados estão sendo utilizadas com fins político-religiosos. O descanso dominical já foi proposto como parte da solução para o fim do mundo: se os seres humanos cessarem suas atividades por um dia, a Terra poderá se recuperar - essa é a proposta já aceita por vários segmentos da sociedade, por isso mesmo considerada como item essencial da agenda do ECOmenismo, dado o seu poder de coalizão. Independentemente das pesquisas que questionam os dados alardeados quase toda semana pelo IPCC, os ECOmêmicos profetas do aquecimento global continuarão atribuindo à humanidade toda a culpa pelo problema e aproveitarão cada vez mais esse medo catástrófico insuflado pela mídia para levar avante suas pretensões de poder. Quem viver, verá..."
Michelson Borges, é Jornalista e editor do blog Criacionismo.
Aquecimento global: nem o Mainardi acredita
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Em sua coluna, na revista Veja desta semana, Diogo Mainardi escreveu: "O aquecimento global nem existe. O pico do calor foi em 1998. De lá para cá, a Terra está esfriando. E deve permanecer assim por mais duas décadas." O colunista não é o único a duvidar do que se fala sobre o aquecimento. Cientistas de peso engrossam esse coro. Um pouco desse ceticismo sadio seria útil para o Marcelo Leite, da Folha.
Criacionista.blogspot.com
Seca pode atingir 70% do planeta em 2025
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O alerta foi feito nesta sexta-feira, 2, pelo secretário da Convenção da ONU de Combate à Desertificação. Segundo Luc Gnacadja, isso pode acontecer caso não sejam aplicadas políticas de combate à desertificação. “Se não conseguirmos solucionar este problema da Terra, em 2025 quase 70% dela estará muito afetada”, afirmou o secretário. Atualmente, pelo menos 41% do planeta sofre com a seca, e o ritmo do avanço da desertificação vem aumentando. No encerramento da 9ª Conferência das Partes da Convenção da ONU de Combate à Desertificação, em Buenos Aires, Luc Gnacadja deu destaque à gravidade do panorama a longo prazo.
(Opinião e Notícia)
ReeDisigner
Joaquim Neto
